Odeio gente perfeita demais, sorridente demais. Odeio quem diz “oi, linda” só pra ganhar algo. Odeio quem acaba de me conhecer e já diz “eu te amo”. Odeio. Odeio quem força simpatia, quem finge que gosta, quem diz “ah, somos só amigos” mas, lá no fundo, tá cheio de segundas intenções. Odeio quem chega abraçando, odeio quem faz drama e começa a chorar só pra ser o centro das atenções. Odeio quem se faz de coitado e mais ainda quem dá atenção a isso, mas também odeio quem trata as pessoas como um nada. Odeio o preconceito, mas principalmente, quem diz que a aparência não importa mas não quer ficar com alguém “porque é feio”. Odeio quem fica, de qualquer jeito. Odeio a capacidade que as pessoas têm de beijar sabendo que não tem sentimento.Odeio ilusões. Odeio quem aparece cheio de amor pra dar mas perde o tesão no meio do relacionamento. Odeio quem vai embora, mas odeio quem fica por falsidade. Odeio que tenham pena de mim. Odeio sentimentalismo, por mais sentimental que eu seja, lá no fundo. Mas odeio, acima de tudo, quem me odeia simplesmente por odiar tudo isso!
É impossível consertar tudo, e talvez não seja possível consertar coisa alguma. Tudo é grande demais e já está danificado demais.” (A Janela de Overton - Glenn Beck)
Confusão…Essa é a palavra que a tempos vem me definindo… Sinto que não me encaixo nesse mundo, sinto que não tenho um lugar… Penso de uma forma diferente das pessoas que conheço, tento ser igual pois, não quero mais me sentir tão deslocada, mas, se eu o fizer não estarei sendo eu mesma, se eu o fizer perderei minha essência, mas ao mesmo tempo sinto que se eu não seguir esse rótulo que a sociedade propõe deixarei de viver muitas coisas, penso e ajo (eu deixo de agir por pensar demais) de forma única dentre os que eu conheço, me sinto mal…confusão, tudo que vejo, sinto, ouço, tudo se transforma em uma grande bola de neve dentro de mim… Uma bola de neve construída por confusão de pensamentos embaralhados…Confusão.
Há muitos animais em extinção ou correndo riscos de serem extintos, graças a vários projetos foi amenizada esta situação caótica que alguns meios passam. Os animais marinhos também correm inúmeros ricos. Como podemos observar até na água eles não estão seguros, sofrendo uma situação um tanto delicada, alguns animais marinhos são ameaçados, não somente pelo homem como também pela poluição do meio ambiente. Os humanos também perseguem com toda frieza e uma egoísta personalidade, visando o lucro e o luxo, e matando as espécies que de todos os lados são ameaçados ferozmente. Vamos expor para todos algumas espécies de animais marinhos que estão sendo ameaçados.
Os leões-marinhos sãotambém um exemplo de animais que já quase foram extintos no passado. No ano de 1917, milhares desses animais foram mortos em um massacre brutal por caçadores que buscavam de sua gordura e de seu couro, nada mais que usar os animais como objetos do consumo luxuoso dos casacos de pele. A caça sendo proibida , os animais, que pesam mais ou menos 300 quilos e chegam a medir 3 metros de comprimento, tiveram sua proteção e não foram mais mortos. As Baleias Jubarte também já foram alvo dos caçadores e quase extintas, elas que tem um temperamento calmo e conseguem se deslocar a uma velocidade de 27 quilômetros por hora é um dos animais mais belos de se observar, com lindos saltos são apreciadíssimas por todos. O animal que chega a 16 metros de comprimento e pesa 40 toneladas, também fez parte desse mundo da caça. Sendo quase extintas agora só temos o cerca de 20 mil dessas baleias.
Os caçadores pegam sua presa cruelmente, causando sofrimento e terror . Outro animais que era presa fácil são as Ariranhas, um animal que nada muito bem ,pois possui membranas entre os dedos, também quase foi extinto. Um animal peculiar, que tem uma pelagem especial, onde o mantém aquecido mesmo em aguas geladas, pois é na agua que ele se alimenta de peixes, um dos alimentos preferidos das ariranhas. A ararinha é um excelente caçador que vive dentro e fora da água. Mas sofreu muito com os interessados no lucro que sua pele dá. De muito valor no mercado as ariranhas começaram a virar “belos” e luxuosos casacos de pele, numa matança desenfreada.

